Thursday, September 30, 2010
Sunday, September 26, 2010
O Chamamento 10.10.10
Chega mais quem tiver o q dizer, a hora é essa... cambra cambra cambralh á!
aqueles todos q quiserem cambralhar, aqui pode o polvo...
artes plásticas, som, rua, ruídos, poéticamente incorreto, erro, abismo, declínio, queda
fim, foto, poço, vídeo, cinema, piloto, ar, engôdo, música, parafernalhas eletrônicas, teatro
eu vou pra maracambralha eu vou...
Chega mais quem tiver o q dizer, a hora é essa... cambra cambra cambralh á!
aqueles todos q quiserem cambralhar, aqui pode o polvo...
artes plásticas, som, rua, ruídos, poéticamente incorreto, erro, abismo, declínio, queda
fim, foto, poço, vídeo, cinema, piloto, ar, engôdo, música, parafernalhas eletrônicas, teatro
eu vou pra maracambralha eu vou...
Tuesday, September 21, 2010
Sunday, September 19, 2010
Saturday, September 18, 2010
Monday, September 13, 2010
Saturday, September 11, 2010
Cambralha 10
- tudo indeferido vivo, aquilo que incomoda realmente, risco, abismo, cu do judas, a casa do caralho, raiva transformada em desejo, ar que se aquieta ao entardecer, terral. A face do desconhecido vivo, latente pulsao daquilo que fede, profundezas, luz ao amanhecer. Psico-pompo sobrevoando abismos infindaveis, chegada.
Saturday, August 28, 2010
CAMBRALHA, cambada acabada, lixo, objeto em decomposição, coisa menstruada. Espaços abandonados, máquinas inutilizadas, especificidades ignoradas, cemitério. Instituições cristalizadas, humanamente inutilizadas. Máquinas substitutas, prostitutas filhas da puta, magnetismo. Triliças de cobre cobrem partículas deterioradas, chips enferrujados, tecnologia ultrapassada, sociedade abandonada.
Depois, lembranças esporádicas e psicodiagnósticos...
O texto precisa fazer sentido porra. Só não me recordo das alternâncias de imagens, quadro a quadro, oníricos sonhos esquartejados, quartos e puteiros de todas as cidades. Quarto abandonado, vagabunda mesa arreganhada, piranha alada, morena máquina de escrever viciada. As escolas, as senhoras, as instituições das esquinas, Exú guia, depressiva picada refratária, pião de demolição.
Agora sobrevôo
É mais fácil falar sobre coisas que possamos pegar, terra & ar. As máquinas funcionam mais tranqüilas: mimiógrafo; mimiografava; mimiografamos; enigma & problemas, papel quente, cheiro de álcool e liberdade... pensamento. Histórias dos lugares, lembranças das instituições do acaso, visitas solitárias, estrada imaginária, entranhas & realidades, liberdade, labirintos de pensamentos sob pensamentos.
Letreiro, lanterna, leiteria
...no alto-o-acima, aqui na frente-o-que-já-se-foi, lá dentro, objetos decompostos, ossos descascados, a mesma coisa diferente sempre... família, pecados, solidão e tensão, execução, objetos abandonados. Corredores, imagens arquetípicas, ilhas, estrelas, acidente fortuito, hinos, ritmo. Imagens imagéticas, projetor, luz, sombra, grunhídos, gozo & dor, odor, cor. Vaca amamentando, a mesma que não abandona o rabo do cometa. Instituição dourada nos céus está, 70 metros de muros de ouro, minha noiva me espera no altar, no purgatório em companhia das máquinas me enquadro, invisíveis corpus, esquinas, vícios inatos, enquanto isso no legislativo: mandatos judariásticos expedidos.
O lobo fareja a nossa preza
Atravesso o salão, janelas de vidros quebrados, espelhos ladeados, chão gelado, mármore rachado, catacumba dourada, santuário. As paredes das paredes são de pedras gigantescas, metal enferrujado, móveis abandonados... depois uma dose de cachaça, uma lata de sardinha e carnaval...
Depois, lembranças esporádicas e psicodiagnósticos...
O texto precisa fazer sentido porra. Só não me recordo das alternâncias de imagens, quadro a quadro, oníricos sonhos esquartejados, quartos e puteiros de todas as cidades. Quarto abandonado, vagabunda mesa arreganhada, piranha alada, morena máquina de escrever viciada. As escolas, as senhoras, as instituições das esquinas, Exú guia, depressiva picada refratária, pião de demolição.
Agora sobrevôo
É mais fácil falar sobre coisas que possamos pegar, terra & ar. As máquinas funcionam mais tranqüilas: mimiógrafo; mimiografava; mimiografamos; enigma & problemas, papel quente, cheiro de álcool e liberdade... pensamento. Histórias dos lugares, lembranças das instituições do acaso, visitas solitárias, estrada imaginária, entranhas & realidades, liberdade, labirintos de pensamentos sob pensamentos.
Letreiro, lanterna, leiteria
...no alto-o-acima, aqui na frente-o-que-já-se-foi, lá dentro, objetos decompostos, ossos descascados, a mesma coisa diferente sempre... família, pecados, solidão e tensão, execução, objetos abandonados. Corredores, imagens arquetípicas, ilhas, estrelas, acidente fortuito, hinos, ritmo. Imagens imagéticas, projetor, luz, sombra, grunhídos, gozo & dor, odor, cor. Vaca amamentando, a mesma que não abandona o rabo do cometa. Instituição dourada nos céus está, 70 metros de muros de ouro, minha noiva me espera no altar, no purgatório em companhia das máquinas me enquadro, invisíveis corpus, esquinas, vícios inatos, enquanto isso no legislativo: mandatos judariásticos expedidos.
O lobo fareja a nossa preza
Atravesso o salão, janelas de vidros quebrados, espelhos ladeados, chão gelado, mármore rachado, catacumba dourada, santuário. As paredes das paredes são de pedras gigantescas, metal enferrujado, móveis abandonados... depois uma dose de cachaça, uma lata de sardinha e carnaval...
Friday, July 30, 2010
constantinopola
2008 – “Constantinopola” - 02´37´´ - 16mm, Curta metragem, Rio de Janeiro.
Nilson Primitivo e Paulo Duarte
Galeria Polinésia - SP - 2008 ; Galeria Coletivo –SP - 2008; Paralela do Festival Oberhausen - 2008; Curta Cinema - 2008; IV Mostra Produção Independente Desconstrução - ES -2008; Curta Petrobras às Seis 2008; Trash – 4ª Mostra Goiana de Filmes Independentes, 2008; MFL - Mostra do Filme Livre – 2008; MIOLO - XIII festival internacional de cinema e vídeo de ambiente, serra da estrela, seia, Portugal, 2008.
2008 – “Constantinopola” - 02´37´´ - 16mm, Curta metragem, Rio de Janeiro.
Nilson Primitivo e Paulo Duarte
Galeria Polinésia - SP - 2008 ; Galeria Coletivo –SP - 2008; Paralela do Festival Oberhausen - 2008; Curta Cinema - 2008; IV Mostra Produção Independente Desconstrução - ES -2008; Curta Petrobras às Seis 2008; Trash – 4ª Mostra Goiana de Filmes Independentes, 2008; MFL - Mostra do Filme Livre – 2008; MIOLO - XIII festival internacional de cinema e vídeo de ambiente, serra da estrela, seia, Portugal, 2008.
Monday, July 12, 2010
Saturday, July 10, 2010
Thursday, July 8, 2010
Tuesday, July 6, 2010
- Friedrich Nietzsche nasceu numa família luterana em 1844, sendo destinado a ser pastor como seu pai, que morreu jovem em 1849 aos 55 anos, junto com seu avô (também pastor luterano). Entretanto, Nietzsche rejeita a fé durante sua adolescência, e os seus estudos de filologia afastam-no da tentação teológica. Iniciou seus estudos no semestre de Inverno de 1864-1865 na Universidade de Bonn em Filol(...) [+]
A partir de hoje penduro ao pescoço
Com uma corda de crina o relógio que marca as horas;
A partir de hoje cessam o curso das estrelas
E do sol, e o canto do galo e a sombra;
E tudo aquilo que a hora nunca anunciou
Está agora mudo, surdo e cego:
Toda a natureza se cala para mim
Diante do tiquetaque da lei e da hora.
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
Estas Almas Incertas
Quero um mal de morte
A estas almas incertas.
Tortura-as a honra que vos fazem,
Pesam-lhes, dão-lhe vergonha os seus louvores.
Porque não vivo
Preso à sua trela,
Saúdam-me com um olhar agridoce.
Onde passa uma inveja sem esperança.
Ah! Porque não me amaldiçoam!
Porque não me viram francamente as costas!
Aqueles olhos suplicantes e extraviados
Hão-de enganar-se sempre a meu respeito.
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
O Solitário
Detesto seguir alguém assim como detesto conduzir.
Obedecer? Não! E governar, nunca!
Quem não se mete medo não consegue metê-lo a
ninguém,
E só aquele que o inspira pode comandar.
Já detesto guiar-me a mim próprio!
Gosto, como os animais das florestas e dos mares,
De me perder durante um grande pedaço,
Acocorar-me a sonhar num deserto encantador,
E forçar-me a regressar de longe aos meus penates,
Atrair-me a mim próprio... para mim.
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
A Minha Felicidade
Depois de estar cansado de procurar
Aprendi a encontrar.
Depois de um vento me ter feito frente
Navego com todos os ventos.
Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
Subscribe to:
Posts (Atom)




