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Friday, July 30, 2010

constantinopola



video






2008 – “Constantinopola” - 02´37´´ - 16mm, Curta metragem, Rio de Janeiro.


Nilson Primitivo e Paulo Duarte

Galeria Polinésia - SP - 2008 ; Galeria Coletivo –SP - 2008; Paralela do Festival Oberhausen - 2008; Curta Cinema - 2008; IV Mostra Produção Independente Desconstrução - ES -2008; Curta Petrobras às Seis 2008; Trash – 4ª Mostra Goiana de Filmes Independentes, 2008; MFL - Mostra do Filme Livre – 2008; MIOLO - XIII festival internacional de cinema e vídeo de ambiente, serra da estrela, seia, Portugal, 2008.

Monday, July 12, 2010

Democracia Direta anos 90

http://cambralha.listal.com/
http://www.wikemy.org/index.php/Cambralha

Saturday, July 10, 2010

Dado Amaral 10 de julho às 20:16



Como fazer meu boneco





cabeça solta

braços tíbios no tempo



barriga oca

pernas dançando ao vento



peito ardendo

corpo todo constante movimento



e uma dor

porque não é vivo

se não estiver doendo

Thursday, July 8, 2010

http://dicageral.com/pesquisa/o-que-e-capitalismo/

Tuesday, July 6, 2010

  1. Friedrich Nietzsche nasceu numa família luterana em 1844, sendo destinado a ser pastor como seu pai, que morreu jovem em 1849 aos 55 anos, junto com seu avô (também pastor luterano). Entretanto, Nietzsche rejeita a fé durante sua adolescência, e os seus estudos de filologia afastam-no da tentação teológica. Iniciou seus estudos no semestre de Inverno de 1864-1865 na Universidade de Bonn em Filol(...) [+]

A partir de hoje penduro ao pescoço


Com uma corda de crina o relógio que marca as horas;

A partir de hoje cessam o curso das estrelas

E do sol, e o canto do galo e a sombra;

E tudo aquilo que a hora nunca anunciou

Está agora mudo, surdo e cego:

Toda a natureza se cala para mim

Diante do tiquetaque da lei e da hora.



Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"
 
 
 
 
Estas Almas Incertas




Quero um mal de morte

A estas almas incertas.

Tortura-as a honra que vos fazem,

Pesam-lhes, dão-lhe vergonha os seus louvores.

Porque não vivo

Preso à sua trela,

Saúdam-me com um olhar agridoce.

Onde passa uma inveja sem esperança.



Ah! Porque não me amaldiçoam!

Porque não me viram francamente as costas!

Aqueles olhos suplicantes e extraviados

Hão-de enganar-se sempre a meu respeito.



Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"




O Solitário




Detesto seguir alguém assim como detesto conduzir.

Obedecer? Não! E governar, nunca!

Quem não se mete medo não consegue metê-lo a

ninguém,

E só aquele que o inspira pode comandar.

Já detesto guiar-me a mim próprio!

Gosto, como os animais das florestas e dos mares,

De me perder durante um grande pedaço,

Acocorar-me a sonhar num deserto encantador,

E forçar-me a regressar de longe aos meus penates,

Atrair-me a mim próprio... para mim.



Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"



A Minha Felicidade




Depois de estar cansado de procurar

Aprendi a encontrar.

Depois de um vento me ter feito frente

Navego com todos os ventos.



Friedrich Nietzsche, in "A Gaia Ciência"









3 meses

A lignina, substância que dá rigidez às células vegetais, é um dos componentes mais importantes do papel. Ela não se decompõe facilmente, pois suas moléculas são maiores do que as bactérias que as destroem. Num lugar úmido, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do que isso em local seco. Além disso, um papel absorvente dura vários meses. Jornais podem permanecer intactos por décadas.

6 meses

A deterioração de um fósforo de madeira começa com a invasão da lignina — seu principal ingrediente — por hordas de fungos e insetos xilófagos, os que comem madeira. O processo é lento e, em um ambiente úmido, um fósforo não se destrói até que se passe cerca de seis meses.

6 a 12 meses

Os microorganismos, insetos e outros seres invertebrados geralmente transformam a matéria orgânica de forma eficaz. No entanto, o miolo de uma maçã, que se decompõe em uns seis meses em clima quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Isso porque o orvalho (e a neve nos países frios) dificulta a proliferação dos micróbios e diminui sua capacidade devoradora.

1 a 2 anos

Um cigarro pode demorar de um a dois anos para se decompor, tempo em que as bactérias e fungos digerem o acetato de celulose existente no filtro. Jogar um cigarro sem filtro no campo é menos nocivo, uma vez que o tabaco e a celulose levam quatro meses para sumir. Contudo, se jogado no asfalto, o tempo de vida da bituca é maior.

5 anos

Um chiclete jogado no chão começa a ser destruído pela luz e pelo oxigênio do ar, que o fazem perder a elasticidade e a viscosidade. Como a goma contém resinas naturais e artificiais, além de açúcar e outros ingredientes, o processo pode durar até cinco anos. A pulverização do chiclete é mais rápida se ele grudar no sapato de algum distraído.

10 anos

Os metais, em princípio, não são biodegradáveis. Uma lata de aço se desintegra em uns dez anos, convertendo-se em óxido de ferro. Em dois verões chuvosos, o oxigênio da água começa a oxidar as latas feitas de aço recoberto de estanho e verniz. Já uma lata de alumínio não se corrói nunca. E boa parte dos refrigerantes é vendida em latas de alumínio.

mais de 100 anos

As boas qualidades do plástico — sua durabilidade e resistência à umidade e aos produtos químicos — impedem sua decomposição. Como esse material existe há apenas um século, não é possível determinar seu grau de biodegradação, mas estima-se que uma garrafa de plástico demoraria centenas de anos para desaparecer.

4000 anos

O vidro não se biodegradará jamais. Sua resistência é tamanha, que arqueólogos encontraram utensílios de vidro do ano de 2000 a.C. Por ser composto de areia, sódio, cal e vários aditivos, os microorganismos não conseguem comê-lo. Um recipiente de vidro demoraria 4.000 anos para se desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos.

O que há no lixo Composição aproximada do lixo recolhido na coleta seletiva da cidade de São Paulo. A coleta seletiva representa 0,8% do total produzido: 12.000 toneladas por dia, o maior volume do País. Desse valor, 87% vai para quatro aterros sanitários da metrópole.


Plástico 7%

Metais 10%

Vidro 13%

Matéria orgânica e resíduos 20%

Papel 50%

Fonte: http://www.ecolegal.com.br/


http://www.youtube.com/watch?v=rmTCNoO-9Pw&feature=related
Jorge Castrioto (em albanês, Gjergj Kastrioti Skënderbeu; Dibër, 6 de maio de 1405 - Lezhë, 17 de janeiro de 1468), mais conhecido como Skanderbeg (em turco, Iskander Bey, "príncipe Alexandre") é a figura mais importante na história da Albânia.


Skanderbeg conseguiu manter os turcos otomanos fora de sua terra natal durante 25 anos (1443-1468), detendo a expansão do Islã pela Europa Ocidental predominantemente católica, pois sendo a Albânia muito próxima da Itália, fatalmente serviria como plataforma para o resto da Europa.

Era filho de João Castrioto (Gjon Kastrioti), senhor da Albânia central, que foi obrigado a pagar tributo ao império. Para se assegurar da lealdade de seus dirigentes regionais, o sultão tinha por hábito tomar-lhes os filhos como reféns e educá-los na corte otomana. Assim, em 1423, Gjergj Kastrioti e seus três irmãos foram levados pelos turcos.

Gjergj cursou a escola militar do Império Otomano ao qual trouxe diversas vitórias na Europa. Recebeu então o título de Iskander Bey, que significa, em turco, "Príncipe Alexandre", em honra a Alexandre o Grande - que, por transliteração em albanês, tornou-se Skënderbeu.


Após a morte de seu pai e o envenenamento de seus irmãos, Skanderbeg procurou uma oportunidade de voltar à Albânia para ajudar seus compatriotas e se sublevar contra os exércitos otomanos.

Em 1443, Skanderbeg encontrou essa oportunidade quando, como comandante de Janízaros, em batalha contra os húngaros liderados por János Hunyadi em Niš, na atual Sérvia, mudou de lado, e liderou uma revolta contra os turcos, juntamente com 300 outros combatentes albaneses que serviam no exército otomano, acabando por tomar a fortaleza de Krujë, o feudo paterno na Albânia central. Ao final da batalha, içou seu estandarte vermelho com uma águia de duas cabeças - que depois tornar-se-ia a bandeira albanesa - no ponto mais alto do castelo e pronunciou a frase célebre:

Eu não trouxe a liberdade. Eu a encontrei aqui, entre vocês.

Conseguiu em seguida unir os príncipes albaneses na cidade de Lezhë (1444), contra os otomanos. Começou então uma guerrilha contra as forças de ocupação utilizando o terreno montanhoso a seu favor. Durante os 25 anos seguintes, Skanderbeg esteve à frente do maior exército da época, ainda que o número de combatentes não excedesse 20000 homens.

Esteve no combate em que rechaçou os exércitos de Murad II e Maomé II (conquistador de Constantinopla) e ajudou a consolidar um sentimento de unidade entre os turbulentos albaneses, descendentes de um antigo povo ilírio.

Após sua morte, a resistência continuou até 1478, porém com sucesso apenas moderado. As lealdades e alianças criadas e nutridas por Skanderbeg se desfizeram. Finalmente, em 1480, a Albânia foi reconquistada. No mesmo ano, os turcos invadiram a cidade de Otranto, na Itália. A Albânia continuaria a ser parte do Império Otomano até 1912.

Foi sucedido no trono cerca de 1446 por Lekë Dukagjini um príncipe albanês.
A Rússia pelo Cinema Russo


Depois da queda de Bizâncio a Rússia passou a carregar o fardo da Ortodoxia sozinha. Aceitou esse fardo como se de um destino divino se tratasse e acreditou que tudo não passava de uma prova enquanto o futuro esplendoroso ou o reino de Deus não vinham. Era uma questão de esperar.

Na realidade o período de espera transformou-se numa época de decisões e convulsões sociais. O fardo revelou-se bem pesado. No início do século XX deu-se uma revolução na Rússia. A utopia comunista era muito semelhante ao tão ansiado reino da verdade e da justiça, e provocou um entusiasmo célere na alma russa. Em toda a história do historial russo esta era a primeira tentativa para o experimentar na vida real.

A Vida

A vida na Rússia, nos anos 20, era absolutamente normal. A revolução e a guerra civil tinham terminado. As pessoas trabalhavam e divertiam-se pacatamente. A vida prosseguia, igual a si mesma, e as pessoas continuavam a ser pessoas na vida real desprotegida, incontornável e frágil e bastante alheada do mundo das grandes ideologias. O trabalho, na cidade e no campo, a praia, os piqueniques, os cafés, as conversas entre amigos... A força de uma realidade como esta reside na sua fraqueza. É uma realidade absurda, desprovida de significado e cómica mas, ao mesmo tempo indestrutível e omnipresente. Parece absorver qualquer ideia com toda a facilidade com o mero intuito de a reduzir imediatamente a cinzas.

Até o cinema e as artes deste período estão desprovidas de qualquer sentido específico e exprimem muito simplesmente aquilo que mostram: a praia, os piqueniques, os cafés e as conversas entre amigos... É nisto que reside toda a essência do cinema russo de então.

O primado da realidade sobre a abstração era irrefutável para muitos dos grandes mestres do cinema, italianos, franceses e checos, por exemplo. Mas os cineastas russos revolucionários não lhe reconheciam validade. Nos anos 20 a União Soviética produziu inúmeros filmes que retratavam a vida quotidiana. Significativamente, a maioria deles eram comédias. Secretamente prevalecia a noção de que a realidade não merecia ser debatida a sério. Na melhor das hipóteses estava condenada a ser uma mera fonte de diversão. Filmes agradáveis, atraentes e com humor.

Mas o cinema russo tornou-se célebre graças a filmes e artistas muito diferentes e a ideias bastante distintas, tal como na sua literatura. O desígnio do novo cinema russo não era divertir as pessoas, o seu objectivo era mudar o mundo. Para esse fim inventou a sua própria realidade, bem como um passado e um futuro particulares.

O Passado

Para mudar este mundo era necessário demonstrar que ele era mau. Nos filmes épicos de Alexander Dorchenko, Sergei Einsenstein e Zevolov Pudovkin, o passado foi transformado num pesadelo. Era este imagem que facilitava - ao artista e aos espectadores - aspirar a um mundo novo.

Se o passado é um pesadelo terrível, então o futuro esplendoroso torna-se mais brilhante e belo, um futuro que, por enquanto, pode ser vislumbrado apenas em sonhos.

O Sonho

Uma das lendas russas mais conhecidas fala-nos de uma cidade que se situa sobre as águas de um lago e é habitada pelos justos. Afundou-se sob as ondas durante um período conturbado e irá emergir à superfície quando o reino de Deus fôr fundado. Os comunistas russos exprimiam-se exactamente nos mesmos termos que esta lenda. A única diferença era a de designarem o reino de Deus por futuro esplendoroso.

Esse futuro irá acontecer de certeza, o trabalho facilitado, as sementeiras abundantes, a alegria das pessoas... O futuro esplendoroso aproxima-se. Surgirá por si e sem aviso, a única coisa que temos de fazer é arranjar-lhe espaço livre, afastar rapidamente os escolhos. Extinguir a realidade abominável e destruí-la.

Destruição

Realizadores que filmavam avidamente cenas de orgia de destruição ficavam igualmente fascinados com a beleza eterna do mundo. Esta vida é tão boa que a única coisa que resta é morrer. depois da beleza da mãe natureza a existência quotidiana na terra parece quase ofensiva. O ideal russo não aceita, não ama, não dá valor à vida do dia-a-dia. A vida privada, a família, o amor entre um homem e uma mulher... nada disto é abrangido pelos limites do ideal russo. Ele não atribui a menor importância a personalidades individuais. O indivíduo só tem um caminho a seguir: o caminho do sacrifício.

Sacríficio

Está escrito na Bíblia que uma semente que cai à terra tem que perecer se se destina a dar fruto. Nos filmes russos grandiosos o tema do sacrifício convém a um sentido religioso: o herói morre serenamente cosciente e com dignidade pela causa do futuro esplendoroso. Não se trata de um adeus para sempre. No outro mundo, os mártires despertarão, por isso a sua derradeira viagem é tão exultante como os feitos heróicos que realizaram. É como se os bolcheviques fossem Cristo no deserto. O ideal russo é, antes de mais nada, uma concepção religiosa.

A Nova Religião

A Rússia não chegou a ser uma nação burguesa. Isto porque a Rússia nunca deixou de ser cristã ortodoxa, mesmo no maior auge do Estado dito comunista. Os russos sempre tiveram dúvidas quanto a acumular riqueza e ficar confortavelmente instalados na vida. Sempre houve o sentimento de que uma existência ordenada neste mundo era algo para pessoas pérfidas que tinham abandonado a verdade de cristo, ao passo que as pessoas boas aguardavam a segunda vinda e o reino de Deus.

Entre a gente comum, aqueles que buscavam a verdade de Deus queriam que a realidade correspondesse ao cristianismo. Não aceitavam nenhum compromisso para se adaptarem às leis deste mundo. O povo russo concebia a passagem pela vida como um caminho de um viajante e um meio de fugir ao mundo real. Os ocidentais sempre consideraram isso como a barbárie. O povo russo fez todos os esforços para tentar conseguir a salvação de todos. Para a mentalidade russa, a salvação individual é impossível. Só podemos ser salvos em conjunto.

Mais nenhuma cinematografia do mundo foi tão iconoclasta como a soviética em finais dos anos 20 e princípios dos 30. O ateísmo militante deste país tocou as raias da blasfémia e, no entanto, nenhum outro cinema foi tão religioso como o soviético. O povo russo acreditou rapidamente na utopia comunista. Aqui estava finalmente o caminho que iria conduzir, quase da noite para o dia ao futuro esplendoroso. A bandeira e a estrela tornaram-se os novos símbolos de fé. As pessoas acreditavam tanto no comunismo como no advento do reino de Deus.

A substituição dos ícones sagrados pelos do comunismo não se trata de uma blasfémia, antes da introdução de uma nova religião. O cinema russo desse período insinuava provocatoriamente que o reino de Deus já fora fundado na terra.

O Reino

O ideal russo não reconhece o Estado, não está interessado em nações, fronteiras, nem no poder dos governantes terrenos, não busca nenhum reino a não ser o reino de Deus. O Estado, fazendo parte da realidade e sendo em si mesmo uma grande fatia dessa realidade tem de ser abolido e aniquilado. Mas o ideal russo sempre teve propensão para a tentação imperial, como se fosse possível fundar um reino terreno e daí, com um pequeno salto, alcançar-se o reino de Deus. O comunismo russo, em total consonância com o ideal russo, iniciou-se com a destruição do Estado mas ainda mal tinham acabado de o extinguir e eis que já se dedicavam a reconstruí-lo.

Não tardou que o reino comunista se tornasse mais poderoso do que qualquer outro na história da Rússia. A tentação imperial eclipsara o ideal russo.

Os néscios sagrados não reivindicam o poder imperial neste mundo, só podem usar as vestes de czar como um jugo. Na Rússia, o louco sagrado é um homem de Deus e assassinar um desses seres seria um pecado terrível. Aqui o ideal russo entrou em conflito com a concepção do Estado. Um czar deste mundo não corresponde a um homem de Deus.

"Ivan, o Terrível", o último filme de Einseinstein, tornou-se o derradeiro filme do ideal russo. Este filme é o filme que liga duas eras do cinema russo. O ideal russo passa a segundo plano, a concepção do Estado ganha importância, mas isso é outra história da história do cinema.
Uma das características centrais de nosso tempo é a velocidade em que vão se dando as profundas transformações na área das ciências da vida, em especial da moderna biotecnologia e mais recentemente no campo da bionanotecnologia. Esse ensaio busca discutir, sob o ponto de vista da segurança biológica, as possíveis implicações, para um futuro próximo das aplicações


previstas para a nanotecnologia no campo da medicina e do meio ambiente.

A nanotecnologia envolve a criação e manipulação de partículas na escala do nanômetro (bilionésima parte do metro). É tipicamente o tamanho de uma molécula pequena. Para que se

tenha uma idéia, os átomos têm dimensões de aproximadamente 0,1 a 0,4 nm. Já um vírus tem de 10 a 100 nm. Várias áreas interligadas estão no centro desta revolução:

Eletrônica Molecular, Química Supramolecular, Equipamentos Nanométricos, Sistemas Imunológicos Artificiais, Algoritmos Evolucionários, Computação Quântica, Pontos Quânticos em Semicondutores, entre outros.

A conjunção destas grandes áreas de conhecimento tem sido responsável, pelo sucesso teórico até agora alcançado pela bionanotecnologia. Alguns exemplos de aplicação:

Indústria automobilística e aeronáutica - Materiais mais leves, pneus mais duráveis, plásticos não inflamáveis e mais baratos, etc.

Indústria eletrônica e de comunicações - Armazenamento de dados, telas planas, aumento na velocidade de processamento, etc.

Indústria química e de materiais - Catalisadores mais eficientes, ferramentas de corte mais duras, fluidos magnéticos inteligentes, etc.

Indústria farmacêutica, biotecnológica e biomédica - Novos medicamentos baseados em nanoestruturas, kits de auto-diagnóstico, materiais para regeneração de ossos e tecidos, etc.

Setor de fabricação - Novos microscópios e instrumentos de medida, ferramentas para manipular a matéria a nível atômico, bioestruturas, etc.

Setor energético - Novos tipos de bateria, fotossíntese artificial, economia de energia ao utilizar materiais mais leves e circuitos menores, etc.

Meio-ambiente - Membranas seletivas, para remover contaminantes ou sal da água, novas possibilidades de reciclagem, etc.

Defesa - Detectores de agentes químicos e orgânicos, circuitos eletrônicos mais eficientes, sistemas de observação miniaturizados, tecidos mais leves, etc.
A Permacultura exige uma mudança de atitude que consiste basicamente em fazer os seres humanos viver de forma integrada ao meio ambiente, alimentando os ciclos vitais da natureza. Como ciência ambiental, reconhece os próprios limites e por isso nasceu amparada por uma ética fundadora de ações comuns para o bem do sistema Terra.


Mollison e Holmgren buscaram princípios éticos universais surgidos no seio de sociedades indígenas e de tradições espirituais, que estão orientados na lógica básica do universo de cooperação e solidariedade. Não é possível praticar a Permacultura sem observá-los.

Primeiro, será preciso assumir a ética do cuidado com a Mãe-Terra para garantir a manutenção e a multiplicação dos sistemas vivos. Depois, o cuidado com as pessoas para a promoção da autoconfiança e da responsabilidade comunitária. E por fim, aprender a governar nossas próprias necessidades, impor limites ao consumo e repartir o excedente para facilitar o acesso de todos aos recursos necessários à sobrevivência, preservando-os para as gerações futuras.

Como parte dos sistemas vivos da Terra e tendo desenvolvido o potencial para desfazer a sustentabilidade do planeta, nós temos como missão criar agora uma sociedade de justiça, igualdade e fraternidade, a começar pelos marginalizados e excluídos, com relações mais benevolentes e sinergéticas com a natureza e de maior colaboração entre os vários povos, culturas e religiões.
Toda ética tem a ver com práticas que querem ser eficazes. “A ética da Permacultura serve bem para iluminar nossos esforços diários de trabalho com a natureza a partir de observações prolongadas e cuidadosas, com base nos saberes tradicionais e na ciência moderna, substituindo ações impensadas e imaturas por planejamento consciente”, assevera Bill Mollison. A chave é estabelecer relações harmoniosas entre as pessoas e os elementos da paisagem.

Monday, July 5, 2010

"Não te vás embora! disse então o viandante que se intitulava a sombra, fica connosco, – senão a antiga, a turva angústia poderá voltar a afligir-nos.


Já esse velho feiticeiro nos mimoseou com o seu pior e olha, esse bom papa piedoso tem lágrimas nos olhos e navega novamente no mar da melancolia.

Esses reis ainda querem mostrar-nos boa cara: mas se não tivessem testemunhas aposto que também retomariam o maligno jogo,

– o maligno jogo das nuvens que passam, da melancolia húmida, dos céus encobertos, dos sóis roubados, dos uivantes ventos outonais,

– o maligno jogo dos nossos prantos e gemidos de aflição: fica connosco! Há aqui muita miséria escondida que quer falar, muita treva, muita nuvem, muito ar abafado!

Tu alimentaste-nos com fortes manjares viris e com vigorosas máximas: não permitas que à sobremesa nos ataquem de novo os moles espíritos mulheris!


Só tu tornas macio e claro o ar que te rodeia! Alguma vez encontrei na Terra ar tão bom como o da tua gruta?

Muitas terras já vi, o meu nariz já aprendeu a provar e comparar ares diversos: mas é junto a ti que as minhas narinas sentem o mais inebriante prazer!

A não ser que – , a não ser que – , oh, perdoa a antiga recordação! Perdoa-me uma velha canção de após-ceia que um dia compus junto das filhas do deserto.

Junto delas havia sempre o mesmo ar bom e claro do Oriente; aí, estive o mais longe possível da velha casa nublada, húmida, melancólica!

Outrora amei essas raparigas do Oriente e outro céu azul que nenhuma nuvem, nenhum pensamento toldam.

Nem podereis acreditar no decoro com que ali estavam sentadas, quando não dançavam, profundas nos seus pensamentos, como pequenos mistérios, como enigmas adornados de fitas, como nozes para a sobremesa –

estranhas e multicores, é certo! mas sem nuvens: enigmas que se deixam decifrar: foi por amor delas que inventei outrora um salmo para sobremesa".

Assim falou o viandante que se intitulava a sombra de Cambralha; e antes que alguém lhe respondesse já tinha agarrado a harpa do velho feiticeiro e cruzado as pernas olhando sabiamente em seu redor: – as suas narinas sorviam o ar lentamente, interrogando, como alguém que em novas terras prova um novo ar. Por fim, com uma espécie de rugido, começou a cantar.
Jung sugere como ponto de partida de suas reflexões sobre o conceito de sincronicidade suas conversas com Albert Einstein, quando este estava em Zurique no período de 1909/1910 e 1912/1913. Em uma carta endereçada ao jornalista e crítico teatral suíço Carl Seeling em 25/02/1953 escreve Jung:


O professor Einstein foi meu convidado em várias ocasiões para jantar... aquele era um período inicial onde Einstein estava desenvolvendo sua primeira teoria da relatividade, [e] foi ele quem me fez começar a pensar sobre uma possível relatividade do tempo assim como do espaço e sua condicionalidade psíquica. Mais de trinta anos depois este estímulo levou-me ao relacionamento com o físico Prof. W. Pauli e à minha tese da sincronicidade da psique. (LETTERS - p. 109, v.2).

A lembrança de suas conversas com Einstein, mesmo que "como não-matemáticos nós, psiquiatras, tivéssemos dificuldade em seguir o seu argumento" (ibid), mais do que ao conceito de sincronicidade levaram Jung a buscar uma base ou fundamentação teórica dentro da física moderna a este princípio, embora as primeiras idéias a respeito do conceito advenham do estudo feito por Jung da filosofia oriental, principalmente do I Ching.

Talvez possamos estabelecer dentro da construção da teoria da sincronicidade duas etapas complementares sendo que a primeira corresponderia a uma fase oriental e a segunda fase estaria ligada à fundamentação física e a uma ampliação do conceito em que este passa a fazer parte de uma idéia mais abrangente, a das "ordenações não causais". Da mesma forma que podemos propor duas fases também podemos propor a influência de dois autores sobre Jung e a cada um deles corresponderia uma diferente fase; na primeira fase, que vai até a metade dos anos 40, o papel de Richard Wilhelm é marcante e na segunda fase, que vai até o final dos anos 50, a relação de Jung com Wolfgang Pauli é fundamental.


Física Quântica

"Em sistemas físicos muito complicados como o cérebro, os neurônios e os órgãos dos sentidos, cujos constituintes são suficientemente pequenos para poderem ser governados pelas leis quânticas da probabilidade, o órgão físico está sempre posicionado para uma quantidade de possíveis modificações, cada uma com uma probabilidade definida; se ocorrer uma modificação que requeira energia, ou mais ou menos energia do que uma outra, o intrincado organismo fornece-a automaticamente. A mente não seria chamada a fornecer energia."


Em resumo, Margenau afirma que: "A mente não pode ser vista como um campo no sentido físico aceito do termo. Mas como um campo não material, cuja analogia mais próxima seja, talvez, um campo de probabilidade."


A hipótese é a de que entre os fenômenos cerebrais e mentais haveria uma interação, análoga a um campo probabilístico da mecânica quântica, campo este sem massa e nem energia, podendo, contudo, provocar ação efetiva em microssítios de operação.
NILSON PRIMITIVO



O curta-metragem é um gênero underground no cinema?

Num certo sentido sim, já que não tem lançamento comercial. Como é trabalhar com a síntese no cinema?Mais fácil que fazer um longa metragem sem cansar o espectador, sem repetir formulas gastas no passado ou sem fazer "concessões" ao mercado.

Sua maneira de filmar é bastante peculiar. Conte sobre a sua técnica.

Eu faço meus filmes numa Bolex 16mm a corda, com sobra de ponta de negativo das produtoras amigas (Gullane filmes em S.P. e a Innova no Rio). Eu mesmo faço a revelação dos negativos. Depois projeto, filmo da parede e monto no computador. Pra mim o que interessa é a especificidade da imagem. Acho 16mm uma cor mais bonita que qualquer 35mm, qualquer foto, qualquer pintura, qualquer coisa.

Conte como foi filmar "Idade da Pedra", seu processo de criação, produção e direção.

"Idade da Pedra" começa com uma bronca antiga minha com a Folha de São Paulo. Quando o Glauber lançou "Idade da Terra" nego pra sacanear publicou o nome do filme como "Idade da Pedra". Passaram-se anos, mas eu contra-ataquei. Aí fui filmar no dia dos mortos um cantor meio obscuro da Jovem Guarda que é o Paulo Sergio. Nesse dia os fãs dele vão pra lá e fica, o dia todo com ele perto do tumulo cantando as musicas dele, etc. um troco bonito pra caramba. Tu sai de lá com inveja do morto. O resto são os absurdos que acontecem no meio do caminho: um filme que eu vi e roubei um trechinho da musica, uma demência ou outra mais engraçada que ouvi na rua, por ai vai.

Conte como foi filmar "Império das Pelúcias", seu processo de criação, produção e direção.

"Império Das Pelúcias" eu filmei numa puta mansão do meu amigo o marques Roberto Atayde. Foi um hino que eu quis fazer, eu e o Rodrigo Amarante pro nosso ídolo Erasmo Carlos. Tem o som do meu ex-padastro comprando a câmera super8, nas antiga, lá nos eua. Ele que me deu minha primeira câmera.

Conte como foi filmar "Mais Velho", seu processo de criação, produção e direção.

"Mais Velho" foi meu primeiro filme. É a estória que eu vim contar, o filme mais importante. O resto acho que foi só pelas putadas que fizeram comigo por causa dele. Não topo sacanagem.

Conte como foi filmar "O Crack do Futuro", seu processo de criação, produção e direção.

"Crack do futuro" é sobre um argentino que vivia em Copacabana e lia a tua mão e tirava a tua sorte nas cartas. Ele mesmo se achava charlatão, mas as previsões dele todas davam certo.

Conte como foi filmar "Tesão em Saquarema", seu processo de criação, produção e direção.

Pois é, todo mundo ficava perguntando "como é, não vai terminar o ‘tesão’? Eu digo, "po, se terminar o 'tesão', como é que fica? É uma obra inacabada.

Conte como foi filmar "O Exú do Amor", seu processo de criação, produção e direção.

Bons tempos em que ainda se misturava macumba e Mao-Tse-Tung! Todo mundo fala mal do Mao, mas você veja a China o que é hoje.

Conte como foi filmar "Gru", seu processo de criação, produção e direção.

O "GRU" é um documentário sobre meus primeiros dias vividos em São Paulo em 2006, entre ciganos e camelôs.

Conte como foi filmar "Dez pro Inferno", seu processo de criação, produção e direção.

Foi um que deu errado a revelação. Fiquei puto e acabei fazendo um puta filme! Com raiva o sujeito pensa melhor.

Conte como foi filmar "Duelo das Loiras", seu processo de criação, produção e direção.

Filme da fase Rodrigo Amarante. Tem uma montagem de duas estórias uma a da TV outra que esta sendo contada pelo personagem. As duas são terríveis e reais.

Conte como foi filmar "Quando a verdade vai entrando", seu processo de criação, produção e direção.

Esse é um poema do meu amigo Paulo de Tarso, o Picanha, sobre os atentados do PCC em SP em 2006, acho. Filmei com a minha amiga a atriz Luciana Borghi e o ator Renato Borghi, criador do Teatro Oficina.

Pensa em dirigir um longa-metragem? Acha que teria dificuldade em trabalhar com mais de 30 minutos de filme?

Talvez, não descarto, depende da parada. Acho chato, desnecessário e inatual essa estória de filme com uma hora e meia, duas. Igual aula na faculdade, o cara começa a se repetir.
SEX PISTOLS


1970 - Malcon McLaren foi empresário dos Sex Pistols, uma banda dos anos de 1970 que durou pouco mais de dois anos. Com muito mais pose do que som, o Sex Pistols marcou - ao lado de outros grupos, como o The Clash - o nascimento do punk. Entre os clássicos do ...Malcon McLaren foi empresário dos Sex Pistols, uma banda dos anos de 1970 que durou pouco mais de dois anos. Com muito mais pose do que som, o Sex Pistols marcou - ao lado de outros grupos, como o The Clash - o nascimento do punk. Entre os clássicos do quarteto, está a música "God Save The Queen". McLaren foi casado com a estilista Vivienne Westwood, responsável pelo visual preconizado pelo Sex Pistols. Ele também foi empresário do The New York Dolls e dono de duas ...


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De Relembre 'pai' dos Pistols com filmes de temática punk - Páginas da web relacionadas

eptv.globo.com/busca/busca_interna.aspx?294707


1971 1971 - Malcom McLaren alcançou a fama como agente dos Sex Pistols, mas este aluno de Artes, que abandonou os estudos, também ficou conhecido pela polémica loja de roupas que abriu na londrina King's Road, com a sua então namorada, Vivienne Westwood, em 1971. A loja ...Malcom McLaren alcançou a fama como agente dos Sex Pistols, mas este aluno de Artes, que abandonou os estudos, também ficou conhecido pela polémica loja de roupas que abriu na londrina King's Road, com a sua então namorada, Vivienne Westwood, em 1971. A loja mudou de nome e de ramo várias vezes, estando aberta como SEX, World's End e Seditionaries, antes de o casal se separar. O jornalista Jon Savage, que escreveu "England's Dreaming", uma história dos Sex Pistols e da ...

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De Morreu o "inventor" dos Sex Pistols - Páginas da web relacionadas

jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx ...


1975 1975 - Sex Pistols são uma banda inglesa de punk rock formada em Londres no ano de 1975 . Apesar de, inicialmente, a sua carreira apenas durou três anos, produzindo quatro singles e um álbum de estudio, Never Mind The Bollocks, Heres the Sex Pistols , a banda foi ...Sex Pistols são uma banda inglesa de punk rock formada em Londres no ano de 1975 . Apesar de, inicialmente, a sua carreira apenas durou três anos, produzindo quatro singles e um álbum de estudio, Never Mind The Bollocks, Heres the Sex Pistols , a banda foi descrita pela BBC como a definitiva banda inglesa de punk rock . Os Sex Pistols recebem grande crédito como o grupo que iniciou o movimento punk no Reino Unido. O grupo surgiu como uma resposta ao "cada vez mais seguro ...

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De - BLITZ - Páginas da web relacionadas

blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=artistas&op=detalhe ...


1976 1 dez. 1976 - Matlock estava na famosa entrevista que os Sex Pistols deram ao programa matinal do apresentador Bill Grundy, em que pronunciaram uma saraivada de palavrões ao vivo e causaram um escândalo nacional em 1º de dezembro de 1976. Assista à participação dos Sex ...Matlock estava na famosa entrevista que os Sex Pistols deram ao programa matinal do apresentador Bill Grundy, em que pronunciaram uma saraivada de palavrões ao vivo e causaram um escândalo nacional em 1º de dezembro de 1976. Assista à participação dos Sex Pistols aqui e leia a transcrição do diálogo aqui . Bem- humorado e sem demonstrar nenhum tipo de ressentimento – alguns colegas de banda dizem que o motivo que o fez deixar os Sex Pistols (e ser substituído por Sid Vicious ...

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De Baixista dos Sex Pistols toca como DJ no Brasil - Páginas da web relacionadas

g1.globo.com/Noticias/Musica/0,,MUL75346-7085 ...


1977 1977 - Em 1977, os Sex Pistols estavam a gravar o histórico Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols eo baixista, Glen Matlock, decidiu deixar a banda. Johnny Rotten chamou o amigo Sid Vicious para o lugar. Agora, o vocalista arrepende-se da decisão.Em 1977, os Sex Pistols estavam a gravar o histórico Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols eo baixista, Glen Matlock, decidiu deixar a banda. Johnny Rotten chamou o amigo Sid Vicious para o lugar. Agora, o vocalista arrepende-se da decisão. «Lamento ter trazido o Sid Vicious para os Sex Pistols. Peço desculpa, Deus, pelo dia em que trouxe Sid para a banda. Ele sentia-se tão isolado, pobre velho Sid, porque não tinha a faca mais afiada», disse, em ...

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De Rotten está arrependido de ter levado Sid Vicious para os Sex Pistols - Páginas da web relacionadas

www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=186495


1978 1978 - Após os Sex Pistols, John Lydon (Johnny Rotten), junta o guitarrista Keith Levenne (ex-Clash), o baixista Jah Wooble eo baterista David Crowe e forma os Public Image Ltd. (PIL), em 1978. As influências seriam um pouco diferentes do punk rock associado ...Após os Sex Pistols, John Lydon (Johnny Rotten), junta o guitarrista Keith Levenne (ex-Clash), o baixista Jah Wooble eo baterista David Crowe e forma os Public Image Ltd. (PIL), em 1978. As influências seriam um pouco diferentes do punk rock associado aos Sex Pistols, convergindo num som mais experimental, pop, pós-punk…

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De Spark Über Alles: Public Image Ltd. “Rise” - Páginas da web relacionadas

sparkuberalles.blogspot.com/2010/03/public ...


1979 2 fev. 1979 - mesmo fim que o ídolo Sid Vicious, vítima de superdose de heroína em 2 de fevereiro de 1979. Quando este morreu, Renato, que também se identificava com o baixista dos Sex Pistols, mandou uma carta para o Melody Maker, assinando com seu pseudônimo da 42nd ...mesmo fim que o ídolo Sid Vicious, vítima de superdose de heroína em 2 de fevereiro de 1979. Quando este morreu, Renato, que também se identificava com o baixista dos Sex Pistols, mandou uma carta para o Melody Maker, assinando com seu pseudônimo da 42nd Street Band, Eric Russell. A carta foi publicada na edição de 31 de março do jornal especializado inglês, deixando-o orgulhoso. Entre outras coisas, Renato/Russell escrevia: "Nada me atingiu do jeito que a morte do Sid ...

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De Renato Russo - Páginas da web relacionadas

books.google.com/books?id=smVRageijWUC&pg=PA47 ...


1986 1986 - Sid and Nancy é uma produção cinematográfica estadunidense do gênero drama, lançado em 1986, muito comentado até hoje em circuitos undergrounds. Baseado em fatos reais, relata a história de vida do ex ídolo da juventude punk inglesa, o polêmico baixista da banda ...Sid and Nancy é uma produção cinematográfica estadunidense do gênero drama, lançado em 1986, muito comentado até hoje em circuitos undergrounds. Baseado em fatos reais, relata a história de vida do ex ídolo da juventude punk inglesa, o polêmico baixista da banda britânica de punk rock Sex Pistols, Sid Vicious, que mudou radicalmente sua vida ao conhecer a groupie Nancy Spungen. Os escândalos eo modo de vida à la "Sexo, drogas e rock'n'roll" resultaram na precoce morte de ...


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De Sid and Nancy - Wikipédia, a enciclopédia livre - Páginas da web relacionadas


pt.wikipedia.org/wiki/Sid_and_Nancy


1996 1996 - Desde que voltou a reunir-se em 1996, o grupo liderado pelo polémico John " Rotten" Lydon (agora, um senhor de 52 aninhos...) tem subido aos palcos em ocasiões "especiais". Desta vez, o pretexto é a comemoração do trigésimo aniversário de "Never Mind The ...Desde que voltou a reunir-se em 1996, o grupo liderado pelo polémico John " Rotten" Lydon (agora, um senhor de 52 aninhos...) tem subido aos palcos em ocasiões "especiais". Desta vez, o pretexto é a comemoração do trigésimo aniversário de "Never Mind The Bollocks...Here's The Sex Pistols", o seu histórico disco de estreia. Enfim, sejam quais forem as verdadeiras razões que motivam esta reunião, o importante é que os Pistols vão finalmente actuar no nosso país.

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De PLANETA POP: Julho 2008 - Páginas da web relacionadas

www.planeta-pop.com/2008_07_01_archive.html


2010 8 abr. 2010 - RIO - Criador dos Sex Pistols, e por consequência um dos responsáveis pelo estouro do punk rock na Inglaterra, o empresário inglês Malcolm McLaren morreu na manhã desta quinta-feira, de câncer, em Nova York. O empresário, de 64 anos, convivia com a doença há alguns anos, mas sua saúde ...

De Morre Malcolm McLaren, o criador dos Sex Pistols -
AUTO-GESTÃO


A Liberdade Segundo o Anarquismo


A luta do anarquismo é a luta pela liberdade, daí multiplicam-se diversos enfoques de luta (ecológica, sindical, gênero, classista, cultural, etc.), mas todas têm como motivo a ruptura com modelos e sistemas, tal como o capitalista e suas nuanças ditatoriais ou democrático liberais, que têm como base a ausência da liberdade e todas as nocivas conseqüências que advém de tal fato. Mas a liberdade, palavra tão repetida e banalizada em nossa sociedade, o que representa no Anarquismo? É importante desvelar por qual liberdade lutamos os anarquistas em oposição ao conceito burguês e consumista de liberdade. A principal diferença é que, de fato, não há liberdade enquanto existir estado, capitalismo e enquanto a sociedade em que se vive não for livre e sua totalidade.

A liberdade na sociedade de consumo como expressão da ideologia burguesa.

É comum o uso da palavra liberdade nos meios de comunicação e na mídia, mas seu valor está perfeitamente encaixado e previsto na cultura de massa. Desde a “liberdade que cabe no bolso”, do cartão de crédito, passando por aquela de poder consumir um produto que está na moda, até o puro e simples consumo como ritual instituído em nossas vidas, o que há é o consenso de liberdade como algo associado unicamente às realizações pessoais provenientes daquilo que o dinheiro pode comprar. Somos educados a associar valores e status a objetos e situações, e que o ato de consumir tais valores materializados ou viver determinadas situações fabricadas seria liberdade. É “livre” aquele que consegue aproximar-se das situações modelo estereotipadas apresentadas de forma massificada pelo sistema, situações representadas por ícones do que seria o indivíduo realizado que alcançou a “liberdade”. “Livre” é aquele que não tem impedimentos no seu ritual de consumo, é a situação econômica que não restringe os “sonhos” a que somos amestrados a desejar.

É fácil observar que tal “liberdade” não passa de fantasia em uma existência entorpecida na sociedade capitalista. O sistema oferece opções, muitas opções, mas a escolha se restringe apenas a esse universo. O mercado determina o que consumir, mas com algumas variações que almejam os variados tipos de gostos, como em uma padronização diversificada. A individualidade não é respeitada, mas o discurso é individualista, personalizado, fazendo acreditar que foi feito para você, que você é diferente, colocando-o em um pedestal, criando-se “feudos culturais” onde pensamos ser “diferentes” mas somos todos padronizados, com os mesmos gostos, consumindo as mesmas coisas, rotulados. Acontece que somos naturalmente diferentes, mas somos educados a incorporar estereótipos, a nos projetar em símbolos, dividindo-nos em vários públicos consumidores. Na verdade nós somos o produto, moldados para consumir dentro de alguns dos vários segmentos de produção industrial.

A realidade em uma sociedade baseada na exploração não é agradável, é rotineira e desanimadora, o contrário ocorre nas fantasias da televisão e cinema, nos sonhos das propagandas, enfim, nos veículos utilizados para o convencimento do consumir, seja diretamente ou induzindo a projeção e identificação com comportamentos e modelos, os quais estão associados a certos produtos orbitais das idéias e valores que tais modelos carregam. Che Guevara é um exemplo, sua imagem e os valores agregados a mesma podem ser usados, e são, direta ou indiretamente na criação de necessidades de consumo de certos produtos agregados a mesma. Se a vida é ruim existe sempre a promessa de um ideal que anestesia e faz suportar o real, um mundo em que podemos ter “liberdade”, em que podemos ser o que não somos.

A “liberdade” do consumo é um embuste porque é a liberdade individual daquele que pode gastar e satisfazer seus desejos, não importando se os outros podem fazer o mesmo. Como tal lógica pressupõe a desigualdade e a exploração para poder existir, então não há nenhuma liberdade havendo apenas a “liberdade” de alguns, pois um sistema de exploração, escravidão, domínio e desigualdade não permite a liberdade, nem de um que seja, mas sim a ilusão de “livre escolha” entre modelos já determinados, modelos esses que nunca vão contrariar, mas sim, devem contribuir para a manutenção e reprodução da ordem excludente.

A liberdade liberal burguesa

A liberdade liberal burguesa também é falsa, e assim como a ilusão de liberdade pelo consumo, faz nos crer que somos livres ao exercermos a chamada cidadania. Nessa lógica, a sociedade seria uma “máquina” cujas engrenagens precisam funcionar bem e ajustadas para o bom andamento da vida. O estado, as suas instituições e seus “especialistas” trabalhando em prol do social, cabendo ao povo apenas trabalhar e saber quando e onde deve opinar, e querem nos fazer crer que é liberdade o direito de aceitar toda essa degeneração. Ser livre é ter o direito de ser uma peça útil para o capital, deixando que a moral, a economia e a justiça sejam regulamentadas pelo estado. Só existimos enquanto cidadãos, produzindo, consumindo e prestando obediência às leis do estado.

“(...)A liberdade política significa que a “polis”, o Estado são livres; a liberdade religiosa, que a religião é livre; a liberdade de consciência, que a consciência é livre e não que eu seja livre do Estado, da religião e da consciência, ou que eu tenha me livrado disso tudo. Não se trata de minha liberdade, mas daquela de uma potência que me domina e me subjuga: um de meus tiranos – o Estado, a religião, a consciência – é livre, um desses tiranos que fazem de mim seu escravo, de tal modo que sua liberdade é minha escravidão.” (Stirner, Max Stirner e o Anarco Individualismo, pg50)

No liberalismo não há o rei ou senhor feudal, então há liberdade? Substituiu-se uma escravidão por outra, a de classe, a escravidão do capital sob as leis e a moral do estado. A liberdade aqui é “limitada pela do outro”, é como uma mercadoria, uma propriedade privada. O estado tem a liberdade de julgar, determinar, e possuir, afastando as decisões da responsabilidade das pessoas, que agora são apenas cidadãos e devem desempenhar seu papel como cidadãos, papel esse em que não cabe a decisão sobre seus destinos.

“Responder-se-á que o Estado, representante da salvação pública ou do interesse comum, só suprime uma parte da liberdade de cada um, para lhe assegurar tudo o resto. Mas este resto, é a segurança, se quiserem, mas nunca será a liberdade. A liberdade é indivisível: não se lhe pode suprimir uma parte sem a destruir por inteiro. Esta pequena parte que suprimem, é a própria essência da minha liberdade, é o todo. Por um motivo natural, necessário e irresistível, toda a minha liberdade se concentra precisamente nessa parte, por pequena que seja, que suprimem.” (Bakunin, Conceito de Liberdade, pg.26)

Na democracia liberal burguesa, baseada na exploração e no lucro, a chamada “limitação da liberdade” é a ausência da mesma. Nascemos nesse sistema, não foi uma escolha, e aquele que o renuncia sofre todos os métodos de repressão, difamação e marginalização pelo estado para que não se torne um exemplo, já que seria muito perigoso para aquele que quer impor uma estrutura e um sistema sobre a sociedade haver elementos contestatórios dos mesmos.

A liberdade segundo o Anarquismo

A liberdade que busca o anarquismo vai de encontro a todas essas alienações e mentiras criadas, impostas, e reproduzidas pelo interesse privado burguês. Vai, mais além, contra toda forma de relação alienada e de domínio entre os seres humanos e contra as criaturas desse planeta, visto que o domínio pode dar-se fora do econômico.

Longe de ser limitante, a liberdade é a condição principal para o desenvolvimento das potencialidades individuais e humanas, o contrário das “castrações” que o sistema nos sujeita, onde temos que nos moldar e deformar dentro de modelos econômicos baseados em princípios discriminatórios, de lucro e ganância. Contra a “liberdade” suicida liberal e de consumo, em que todos na sociedade somos inimigos e competidores em busca de efemeridades materiais, a liberdade Anarquista tem claro que “o homem só se torna homem e só chega à consciência e à realização de sua humanidade em sociedade e somente através da ação coletiva da sociedade inteira.” (Bakunin, textos Anarquistas, pg.46). E que “a liberdade não é, pois, um fato de isolamento, mas de reflexão mútua, não de exclusão, mas de ligação; a liberdade de todo indivíduo é entendida apenas como a reflexão sobre sua humanidade ou sobre seu direito humano na consciência de todos os homens livres, seus irmãos, seus semelhantes.”(idem, pg.47). Disso resulta que não se pode ser livre em uma sociedade de escravos, ser cidadão ou consumista não é ser livre visto que tais condições pressupõe um regime de exploração e desigualdade, e se há desigualdade, há dominação e conseqüentemente supressão da vontade. Aquele que nasce em uma sociedade desigual, vai ser educado para reproduzir e desigualdade e não a liberdade.

O estado diz que somos todos iguais, vivendo numa democracia, mas “diante do soberano supremo, o único digno de comandar, nós todos nos tínhamos tornado iguais, pessoas iguais, isto é, zero. Diante do proprietário supremo, tornamo-nos todos mendigos iguais.” (Stirner, O Anarquismo Individualista, pg.22) Porque “é nisso que consiste o tipo de educação e de cultura que pode me dar o Estado: ele faz de mim um instrumento utilizável, um membro útil da sociedade.” (idem). Conformar-se com o caos social e achar que teremos voz através dos meios ditos “legais” e “democráticos” do estado é a ilusão que o mesmo nos faz acreditar. Ser livre é ter igualdade de voz, ser reconhecido como alguém que tem opiniões e deve participar das decisões que vão interferir em sua vida e em seu meio, garantindo-lhe o que é necessário à vida, sem intermediações ou burocratismos, que têm por objetivo não representar, mas isolar, afastar o povo do poder. Acreditamos na “impossibilidade da liberdade política sem igualdade política. Impossibilidade desta, sem igualdade econômica e social.” (Bakunin, Textos Anarquistas, pg.68).

Lutamos para ouvir e sermos ouvidos, para decidir e ter responsabilidade sobre o que decidimos, para criar e viver seguindo princípios por nós estipulados coletivamente, sem imposição ou dominação sobre outro, sempre conscientes daquilo que fazemos e seus resultados sobre a sociedade. Sem dogmas, leis ou julgamentos baseados em uma moral elitista e mistificada.

“A liberdade é o direito absoluto de todo homem ou mulher maiores de só procurar na própria consciência e na própria razão as sanções para seus atos, de determiná-los apenas por sua própria vontade e de, em conseqüência, serem responsáveis primeiramente perante si mesmos, depois, perante a sociedade da qual fazem parte, com a condição de que consintam livremente dela fazerem parte.” (idem, pg.74).

Enfim, a liberdade pela qual luta o Anarquismo é a revolução, é a ruptura total com tudo aquilo que tem dominado e drenado nossas vidas e que hoje se entende por capitalismo.
TERROR AMERICANO

O vazamento de petróleo provocado pela empresa British Petroleum (BP), nos Estados Unidos, está prestes a se tornar um dos maiores do golfo do México nesta quinta-feira (01). A previsão foi feita pelo governo americano e divulgada pelo blog Huffington Post, reforçando a extrema necessidade de se interromper o derramamento de óleo.


O acidente aconteceu há dois meses e meio atrás e supera a marca de 140 milhões de litros de petróleo derramados no mar. O número é maior do que o registrado no acidente Ixtoc I, na costa do México em 1979, que despejou no mar 3 milhões de barris.

Mesmo considerando as estimativas menores divulgadas pelo governo, pelo menos 71,2 milhões de galões já estão no golfo.

A necessidade de conter os números assombrosos é crucial para a BP, boa parte porque a empresa será multada por cada galão de petróleo derramado segundo Larry McKinney, diretor do instituto de pesquisas sobre o golfo do México da Universidade A&M do Texas.

-É um número importante que seja revelado pois tem um impacto sobre a restauração e recuperação da área do acidente.

Este cálculo do vazamento baseia-se no valor máximo dos barris que vazaram por dia, de acordo com dados do governo dos EUA, menos o montante que BP diz ter coletado pelos seus dois sistemas de drenagem do óleo.


A medição ajuda os cientistas a estimar a quantidade de petróleo que ainda está escondida abaixo da superfície da água, ou até mesmo presa ao fundo do mar. O petróleo que não está na superfície causa danos diferentes ao ecossistema.

O professor de estudos ambientais da Universidade de Louisiana, que presta consultoria para o governo americano, Ed Overton, afirmou que os números são espantosos.

- Vai ser muito além do causado pelo Ixtoc no momento em que terminou.

A notícia vem à tona na véspera do feriado do dia 4 de julho nos EUA, uma época em que o turismo estaria em alta na região.